tv imprensa rádio imprensa /imprensananet /imprensananet /imprensananet /imprensananet /imprensananet (73) 98155-2730
Início Notícias Vídeos Eventos Coluna Vip Ingressos Blogs Contato AlcobaçaBahiaBelmonteBrasilCabráliaCamacanCanavieirasEunápolisFeira de SantanaGuaratingaIbirapitangaIlhéusInternacionalItabelaItabunaItagimirimItamarajuItapebiMascotePau BrasilPorto SeguroPradoSalvadorTeixeira de FreitasVitória da Conquista
Por: Redação
23/09/2026 - 15:58:16

 

 

Revendedores de gás de cozinha (GLP) do Distrito Federal realizaram, nesta quarta-feira, 23 de setembro, uma mobilização em frente a distribuidoras e engarrafadoras do produto, em protesto contra os recentes reajustes no preço do botijão.

 

Sem protesto confirmado, a Bahia também sofreu aumento no preço do botijão em setembro. O Sindicato dos Revendedores de Gás da Bahia (Sindrevgás) informou que o botijão de 13 kg poderia ter aumento de até R$ 10, com preços chegando a aproximadamente R$ 160, dependendo da região e da revenda. Segundo o sindicato, o reajuste foi atribuído principalmente ao dissídio coletivo dos trabalhadores do setor, além de custos operacionais como transporte e logística.

 

Os revendedores estacionaram caminhões nas entradas das empresas e exibiram faixas com mensagens como: “Apoiamos os programas sociais, mas não podemos trabalhar no prejuízo”.

 

Segundo o Sindicato das Empresas Transportadoras e Revendedoras de Gás LP (Sindvargas-DF), as distribuidoras teriam aplicado aumentos mesmo diante do impacto que os reajustes provocariam sobre as empresas responsáveis pela comercialização do produto ao consumidor final.

 

Em algumas regiões do Distrito Federal, o aumento teria chegado a R$ 8 por botijão de 13 quilos. Antes dos reajustes, o preço médio do botijão comum era de aproximadamente R$ 105,56, segundo os dados apresentados pelo setor.

 

Revendedores alegam defasagem nos preços

 

O presidente do Sindvargas-DF, Sérgio Costa, afirma que o chamado preço de referência já estaria defasado antes mesmo dos novos aumentos e não acompanharia os custos atuais de operação das revendas.
 
 “Não podemos continuar recebendo aumentos enquanto o preço de referência permanece defasado. Essa conta não fecha, e quem está na ponta não pode continuar absorvendo sozinho esse impacto”, afirmou Costa.

 

A mobilização tem como principal objetivo pressionar pela abertura imediata de uma mesa de negociação com as distribuidoras e chamar a atenção das autoridades para a situação enfrentada pelo setor.

 

Setor avalia suspensão das vendas

 

De acordo com o sindicato, caso não haja avanço nas negociações, os revendedores estudam ampliar o movimento e suspender temporariamente a venda de gás de cozinha aos consumidores

 

A possibilidade ainda está em avaliação e dependerá dos próximos passos das negociações entre representantes das revendas e das distribuidoras.

 

Mobilização alcança outros estados

 

O movimento também ganhou repercussão fora do Distrito Federal. Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul estão entre os estados envolvidos na mobilização de revendedores, segundo informações divulgadas por entidades representativas do setor.

 

A principal preocupação é que novos reajustes na cadeia de distribuição acabem pressionando ainda mais o preço final pago pelo consumidor.

 

O gás de cozinha é um produto essencial para milhões de famílias brasileiras, e qualquer interrupção prolongada na distribuição pode provocar impactos no abastecimento e nos preços praticados no mercado.

 

 

Por - Redação | Imprensananet.com.br

Deixe seu comentário:

Copyright © 2014 Imprensananet - Todos os direitos reservados.
73 99913-8628 (vivo) / 98823-9662 (Oi) / 98155-2730 (Claro/WhatsApp) | contato@imprensananet.com